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O BCG Moreau RJ, produzido pela Fundação Ataulpho de Paiva no Rio de Janeiro, foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como estirpe, em 2004, e como vacina, em 2012. O processo de reconhecimento foi finalizado após o BCG Moreau da FAP ter passado por rigorosos testes e estudos em 16 laboratórios certificados pela OMS.

A Vacina BCG produzida pela FAP, com certificação mundial, serve para combater a meningite tuberculosa e formas pulmonares e disseminadas da doença, por meio da ativação do sistema imunológico. Composta pelo bacilo de Calmette & Guérin, a estirpe brasileira utilizada na vacina é considerada uma das mais imunogênicas dentre as 12 estirpes vacinais atualmente em uso em todo o mundo. A cepa produzida pela FAP também possui o menor índice de reações adversas.

Isso quer dizer que a Vacina BCG produzida pela FAP tem uma proteção elevada, pois possui grande capacidade de o agente biológico estimular a resposta imune no hospedeiro e combater a tuberculose. A vacina serve para a imunização prévia das pessoas contra a infecção provocada pela Mycrobacterium tuberculosis, agente da tuberculose. O BCG produzido pela FAP favorece a que o organismo possa responder de forma rápida e eficiente ao primeiro contato com o agente infeccioso. Mais de 100 milhões de brasileiros já foram vacinados com êxito com a Vacina BCG da Fundação.

Vacina obrigatória

A vacina BCG, para combater a tuberculose, é obrigatória para crianças com menos de um ano no Brasil. De acordo com o Manual de Normas para o Controle de Tuberculose, os bebês devem ser vacinados nas maternidades. A Vacina BCG pode ser encontrada em postos de saúde em todo o país, além de clínicas de vacinação particulares.

O BCG é indicado para crianças de 0 a 4 anos. Deve-se vacinar as crianças o mais rápido que puder, se possível logo após o nascimento, desde que o bebê tenha peso igual ou superior a dois quilos e boas condições clínicas. A vacina BCG pode ser aplicada em qualquer idade, mas o grau de proteção é menor.

História

A Vacina BCG da FAP é elaborada a partir da cepa Moreau RJ, bactérias da tuberculose bovinas vivas Mycobacterium bovis com virulência atenuada, contendo também glutamato de sódio. Em 1978, a Fundação Ataulpho de Paiva consolidou o uso intradérmico da vacina BCG liofilizada, com solução de cloreto de sódio e completa homogeneização, que já vinha sendo usada desde 1972. No ano seguinte, o Brasil abandonou o tratamento com a vacina via oral – que foi iniciada pela FAP em 1930.


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